WIN soluções inovadoras e sustentáveis para o agronegócio será apresentada ao mercado


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Criada pela Sempre Agtech, operação com sede em SP recebeu aporte de cerca de R$ 190 milhões e visa reduzir a dependência da importação de defensivos agrícolas


    Com foco no desenvolvimento de biotecnologias verdes para agricultura tropical, a gigante sementeira Sempre Agtech apresenta para o mercado e parceiros a WIN (World Innovation), seu braço de inovação tecnológico. Para marcar o lançamento oficial da nova operação, será realizado um evento no dia 11 de setembro, em Campinas (SP), com a participação de clientes, parceiros e convidados. 

A nova operação do grupo recebeu um aporte de cerca de R$ 190 milhões e terá foco no desenvolvimento de novas tecnologias, totalmente nacionais, focadas em agricultura de precisão, defensivos biodirigidos, edição genômica via CRISPR e outras ferramentas de engenharia genética e melhoramento genético assistido. 

Segundo o fundador e CEO da WIN, Fernando Prezzotto, o objetivo é ajudar a elevar a agricultura brasileira para outro patamar, através do desenvolvimento de tecnologias que hoje são importadas ou monopolizadas pelas grandes multinacionais. 

“Atualmente, os ativos estratégicos que se utiliza não são brasileiros. O nosso agro ainda depende de matérias-primas vindas de países como Índia, Rússia e China para assegurar o suprimento de fertilizantes e defensivos agrícolas. Na outra ponta da cadeia, as tecnologias são dominadas e desenvolvidas exclusivamente por multinacionais globalmente consolidadas. O que nós queremos fazer é que esses ativos biotecnológicos estratégicos se tornem propriedade dos brasileiros”, afirma o fundador e CEO da WIN, Fernando Prezzotto.

Concebida para ser um braço de inteligência e inovação da Sempre, a WIN vai atuar em várias frentes, e seus produtos que estão em pesquisa e desenvolvimento seguem três linhas principais: proteção de cultivos, tolerância a estresses abióticos (hídrico e temperatura) e eficiência no uso de nutrientes, com principal foco para o Nitrogênio. Inclusive, com pesquisas avançadas em assimilação de Nitrogênio e edição genômica, a empresa torna as linhagens de milho mais eficientes no uso desse nutriente.

Entre os destaques, também está o desenvolvimento de uma linha de defensivos biodirigidos, capazes de controlar plantas daninhas, pragas e doenças que roubam a produtividade na lavoura. Neste tipo de defensivo, a sequência do gene é desenhada de forma a atuar apenas no organismo alvo (safe by design), sendo inofensivos para o ser humano e outros seres vivos. É proteção para o usuário do defensivo biodirigido e também para o consumidor, que poderá ter a certeza de estar ingerindo alimentos sem resíduos químicos.

Através da transferência de genes, a WIN desenvolve tecnologias que possibilitam as plantas a criarem maior resistentes a insetos-praga e herbicidas em cultivos como soja, milho, sorgo e algodão, reduzindo significativamente o uso de agroquímicos.

“Estamos desenvolvendo inovações para fertilizantes, defensivos, herbicidas e tratamento de sementes personalizados. Essas formulações possibilitam a liberação controlada de nutrientes e defensivos agrícolas para maximizar a absorção pelas plantas e aumentar a produtividade”, destaca o Diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) da empresa, Hugo Molinari.

As equipes também se dedicam a outras importantes frentes, como a busca por híbridos de milho desejados pelo mercado, edição genômica de plantas e de microrganismos via CRISPR/Cas, geração de plantas geneticamente modificadas (GM) à base de RNA interferente (RNAi), tolerância a estresses abióticos e novas ferramentas para acelerar ainda mais o programa de melhoramento genético da empresa (Speed breeding). 

“Nossos clientes terão acesso a soluções de alta qualidade e a tecnologias disruptivas para o agronegócio, sempre com foco na sustentabilidade e na eficiência do setor. A nossa missão é contribuir para o desenvolvimento sustentável dos sistemas agrícolas, promovendo soluções que garantam a segurança alimentar e o respeito ao meio ambiente” finaliza Molinari.




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